O que seria mais confuso.
Ter um controle externo.
Contando corpos no cemitério.
De um jeito obtuso?
Ou seria de um.jeito passivo.
Viver com a consciência fora.
Depender de outra pessoa.
Que te diga como ser ativo?
Precisar de mais informação?
Ou evitar ser impulsivo?
Depender de um outro intrusivo.
Ou se dedicar com o coração.
Qual seria a verdadeira razão?
Como saber com quem esta falando?
Se precisa permissão pra ir andando?
Se um que controla a paixão?
Querer o máximo de controle é conforto?
Não se deve confundir com manipulação.
É um negócio, pra evitar nova decepção.
É uma ferramenta, mas não está no outro.
Já ter a dependência de validação.
Me parece complicado de existir.
E se quem o faz errar ao agir.
Seria isso uma interrupção?
Ou seria viver uma segunda vida?
Criar seu ego em um laboratório.
Fazer testes e ser mais exploratório.
Há quem isso serviria ou machucaria?
Agora, o controle ou monitoramento.
Também é uma falta de confiança?
Não traz uma desesperança?
Não mostra a falta de julgamento?
Duas formas antagônicas de se viver.
Dois lados de um relacionamento.
Um precisa do aconselhamento.
O outro de mais dados pra escolher.
No fundo ambos usam pra decisão.
Maneiras de dar e extrair poder.
Mesmo que o outro venha se ofender.
Pra.saber onde vai ou por qual chão?
E isso não é Amar mais.
Nem mesmo criar ilusão decisória.
Mas sim viver e contar sua história.
Pra quem tanto te satisfaz.
E como escolher o que é possível.
Como derrubar barreiras intransponíveis.
Como criar momentos incríveis.
Com essa duvida de Maquiavel?
Como Narciso se afogar em.sua imagem?
Como Ícaro queimar suas asas no céu?
Como Sísifo repetir a tarefa ao léu?
Ou como Ulisses pra Hades evitar a viagem?
Que decisão difícil?
Pra onde compro essa passagem?
O conforto de uma hospedagem?
O martírio de um sacrificio?