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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Ainda assim sou aquele...

Sei que falhei.
Errei feio mesmo.
Vejo a situação até deixei.
Dando razão pra medos.

Mas ainda assim sou aquele.
Que Ama depois de tanto desrespeito.
Que esta aqui com tudo que foi dito e feito.
Que não revida e aquietar na mente e no peito.

Estou aqui e absolutamente nada fiz
Quando o mais fácil era desistir. 
Meter o pé, dar tchau e partir.
Do seu lado, pois sou de ficar e não fugir.

Não pedi pra ser assim e você sabia.
Conhecia meu lado da força, minha escuridão.
Precisa mesmo dessa tortura por dias?
Será que tudo que já fiz, sou e dou não merece perdão?

Se for melhor posso decidir por você.
Se o medo é apenas não ser a vilã.
Eu assumo esse papel de perder. 
E esta resolvido logo amanhã. 

Seguimos cada um pro seu lado.
Não posso escolher que você fique.
Mas posso escolher ter terminado.
E deixe que a mim critiquem.

Porque realmente ninguém vive de Amor.
E é impossível se achar na dor ou no pavor.
Se tudo que você vê é a intriga e erro.
Se tudo termina no primeiro destempero.

Ajustamos como achar melhor.
Jogamos uma pá no tempo.
Desistimos sem nenhuma dó.
E vivemos com a escolha do erro.

Reforça isso sempre do seu lado.
E assim sempre terá a quem culpar.
Terá a desculpa certa pra evitar.
E não pensar nunca no significado.

Do meu erro.
Da minha traição. 
Do meu destempero.
Do meu crime, da minha ação.

Errei por Amor.
Trai por medo.
Tirei todo o sabor.
E estarei preso (nesse momento)

quinta-feira, 12 de junho de 2025

Omitir é diferente de mentir

Omitir não é mentir.
Mas as vezes machuca até mais.
Porque te faz lembrar e sentir.
Que o ser humano trai

Não falo só de provérbios.
Do alicerce que se desfaz.
Nem julgo o adultério.
De quem se prendeu demais.

A flecha lançada.
A água que passa no rio.
A bondade que desgasta.
O vaso que caiu.
A palavra falada.
Um mundo vil.

A vontade que some.
Perder seu nome.
A ponte que partiu. 
A luz do ontem.
O escuro hoje.
O amanhã que ninguém viu.

É o fim de um tempo.
Onde a curva forma o vento.
Tudo a sangue frio.
O caso pensado.
O fim do bailado.
O Amor que ruiu...

Puta que me pariu!

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

só mais um trem

Eu pensei que seria especial.
Um trem que não teria fim.
Algo que seria imortal.
Ou que fazia bem pra mim.
Mas foi se aproximando.
Mostrando suas garras.
O tesão terminando.
Já não tinha mais taras.
E assim com veio se foi.
Não era tão pouco querido.
Já não tinham ouvidos pros dois.
O que era unido foi sumindo.
Caindo como espuma no banho.
Era um estranho de lado.
Era choro, sofrido, com ranho.
Parecia um desvairado, largado.
Insistir foi um mal negócio. 
Mal ele sabia, que ela o traia.
Sem querer ele.tinha um sócio.
Que a tornava mais fria.
Dia a dia, ranço a ranço. 
Se ela corria pela pradaria.
Eu deitava cansado no remanso.
Era a fúria na aventura tardia.
Com a paz de um corno esquecido. 
Embebido em dor e fel.
Já não eram nem amigos.
Apenas ela e Daniel!

segunda-feira, 8 de julho de 2024

Quando te vi com outro...

Acordei e estava tudo bem.
Mais um dia pra passar .
So que a verdade estoura a mais de cem.
Na minha cara pra não dividir.
Você estava com outro alguém.
Naquele que seria meu lugar.

Parem, parem esse trem.
Não sei pra onde aportar.
Você roubou sem porém.
Me traiu e me jogou ao mar.
Como um corpo frio, com desdém.
Estou tentando acordar.

E esse pesadelo medonho.
Que parecia um sonho.
Já não sei onde vai dar.
Você tirou o meu chão. 
Me jogou em um porão.
Com ódio por ainda te Amar.

E tudo que já foi bom.
Do cheiro, do gosto e do som.
Passo a duvidar.
Se eu que era o vilão.
Que não te dei mais tesão. 
Pra em outro lugar procurar.

Desisto, me devolva o que te dei.
Meus beijos, desejos, minhas vontades.
Tenha um pouco de piedade.
E apague os versos que te dediquei. 
Rasure as cartas, delete as notas.
Esqueça quem sou, isso não mais.importa.

Siga seu caminho.
Com suas novas escolhas.
Deixa que eu me recolha.
E não mais estrague.
Pois viver perto será uma masmorra.
Apagando o que resta da minha sanidade!

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Onde termina a falsidade?

A preocupação começa com um motivo.
Geralmente uma falta de controle.
Como uma chama de um fósforo. 
Pode se manter constante em uma vela.
Ou se apagar num chacoalhou de dedos.

Na falsidade a chama se apaga.
Finge vez por outra a atencao.
Principalmente ao sentir uma brasa alheia.
Mas se acomoda é espera passar.
Porque a intenção foi só de atuar.

Simula uma briga, uma discussão.
Pede coisas que nem quer.
As vezes só pra ouvir o não. 
E corroborar sua tese estúpida.
De que o motivo está no outro.

Nunca em si mesmo, sempre além. 
E se for no plural muito que bem.
Mais uma tragicomédia no palco da vida.
Mais um caso de Amor suicida.
A mesma história, só muda a torcida.

Cansa achar que vai ser diferente.
Que foi passageiro, seguimos em frente.
Nem quem se beneficia acredita.
A voz ecoa, a aparência destoa o cheiro irrita.
Fadados ao fim, não há quem evita.

Por mais que insista.
Por mais que se repita.
Ainda serão as palavras não ditas.
Que servirão de exemplo ao que remonta.
A vida a dois não é um faz de conta...

quarta-feira, 8 de maio de 2024

O traidor traído e nos traindo!

Você está me traindo?
Sim, e você também!
É pra onde estamos indo.
O caminho desse trem.

Não tem um humano envolvido. 
Não tem gente.
Não existe um alguém.

Estamos nos traindo.
Pois perdemos derrepente.
Os acordos pra viver bem.

Queremos estar juntos.
Esta posto e são fatos.
Mas descombinamos.
Todos os nossos tratados.

Perdemos o objetivo.
Andamos sem comunicação (e atenção).
Nosso prato perdeu o sabor.

Desencontramos os destinos (caminhos).
O que nos mantém é o tesão.
E a certeza de nosso Amor.

Já não basta o estar junto.
Queremos o que nos negamos.
E esse é o proibido assunto.
Pois assim nos assustamos.

Eu não te basto.
Você não me envolve.
Eu que te calo.
Você se descobre.

Eu quero sossego.
Você quer movimento.
Eu e meus tormentos.
Você e seus lamentos.

Você quer ter, quer ir
E tambem quer expor, quer mostrar.
Eu quero contemplar, sentir
Eu só quero Amar!

quarta-feira, 31 de maio de 2023

O que eu queria falar!!!

Escrevo agora sobre o efeito nocivo do álcool.

Que abre a mente para a verdade irrestrita, pro direcionamento e mais ainda pra minha verdade.

Não vou fulanizar a questão, mas sim dizer como me sinto.

Me sinto traído!

Me sinto jogado aos leões.

Me sinto destindo de falar a verdade, de ser falso, de ser mais um a compor com o centrão.

Me sinto podado.

Me sinto isolado.

Me sinto escanteado pelos filhos, mulher, familia, amigos e principalmente por mim mesmo.

Nem me sinto largado pela empresa pois dela não espero nada.

Como não espero do chefe, do acima do chefe ou do dono.

A realidade, fria e racional me diz que não terei futuro.

Seja na empresa, seja na minha educação que está PARALISADA ou na estabilização da familia

Meus pais não estão bem, meu núcleo familiar não está bem,, muitas dúvidas, muito desespero e muita dor.

E me sinto somando essa dor. Me sinto suportando tudo isso.

Por isso não durmo.

Por isso não deito.

Por isso nem trabalho direito.

E mesmo assim... Sou melhor que 99% dos meus próximos.

Estou farto de tudo,

Não tenho nada.

Quero o melhor.

E sinto que sou uma pior (pessoa).

Sou falso, sou conivente.

Sou um passivo conveniente.

Prezo pelo meu.

E foda-se o resto.

Sou um resumo.

Do que mais desprezo.

Estou no "game".

E sigo num "flow"

Busco meu sustento.

Sem ser o cara do gol.

Subverto, terceirizo e aceito.

A piada infame.

A mentira no peito.

Sei que não sou unânime,

Muito menos concreto.

Quando falo o que penso.

Não dá certo!

Me esguio, me omito e me escondo.

Sou falso, político e me fodo.

Estou em dicotomia entre o fazer e o prezar.

Sou o pessimista a me lamentar.

Cansei da ilusão que me decepciona.

Sou litros de choro, cansaço e insônia.

Chega!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Fazer o melhor ou o que queremos?

Nem sempre o que agente mais quer é o melhor pra gente.

Queremos tantas coisas estranhas, sabemos que aquilo nos fará mal, que nos machucará, mas como masoquistas teimamos entrar nessas masmorras morais, auto-pegadinhas do mundo moderno.

Eu tenho uma necessidade enorme de informação, de confirmação, de ter a certeza de algo. A necessidade da razão ou dos motivos de algo acontecer. Não é ruim, pois muito por isso sou engenheiro, inventor (pelo menos eu me acho) e técnico da familia para eletroeletrônicos.

Mas a necessidade de me magoar continuamente com informações desnecessárias é um mal-hábito. Chafurdo na lama mesmo. E quanto piores as coisas estão piores ficarão, pois me atiro de corpo e alma na busca frenética de informação.

E o que encontro? Coisas horríveis de quem não poderia saber essas coisas. Isso estraga a imagem, estraga a boa vontade, estraga o bom humor, estraga todo o julgamento e muitas vezes cria "um muro de concreto, entre nossos lábios" que não nos deixa sequer comunicar coisas boas. Nos fechamos como uma caixa de pandora onde tudo que há de ruim fica lá... vivo... se alimentando de angústia, dor, tristeza para um dia quem sabe surgir energicamente e se debater com o mundo real (ainda bem que tenho ajuda profissional, senão já teria feito algumas loucuras).

Pois é... meses, as vezes anos ou até mesmo décadas, jogadas no lixo, sim literalmente jogadas no lixo por causa de merdas e mais merdas que descobrimos e não deveríamos.

Em resumo aquela frase que diz: "A IGNORÂNCIA É UMA BENÇÃO"  me faz muito sentido nessas horas. Pena não conseguir exercê-la a contento.

Baci per tutti quanti.

Dan

domingo, 14 de novembro de 2010

Mesmo querendo brigar, não hei de contestar.

Pois é, quantas vezes ouvi isso, "quem herda, não furta", e não é que é verdade. Assim como os tão famosos "tal pai, tal filho" ou "Quem sai aos seus não degenera". Aqui, no real e no DNA corporativo. Tudo fuba do mesmo milho, mas em sacos diferentes.

Espero mesmo que os deuses queiram que uma mistura de genética e cultura pluralista, mude os próximos, pelo menos é assim todo o esforço que devemos ter, um a um indicar, ser tutor, ser conselheiro e ser guru.

Oh, saber mentir é um dom, sustentar a mentira também e aliada a muito treino. Infelizmente PNL ajuda. Mesmo para profissionais da psicologia ou psiquiatria. Mas ignorar e aceitar isso como se fosse um patzo é opção. Não que precisamos fazer algo agora, não precisamos, nem seria bom, mas que fique frisado, em todos os autos e para quem quiser ouvir, EU SEI.

Não muda nada, apenas machuca e o pior que machuca na hora que você não quer ver mais nada, na hora que você não procura mais nada, na hora que você não quer nenhuma informação, pois realmente aquilo não faz diferença, você está tocando seu barco para diferentes mares, só piora o resto que pode existir e o mais chato é a manutenção do joguinho, da briguinha velada por poder, da humilhação indireta, na hora que você desistiu, que você se trancou num canto e foi excluído daquele lugar, na hora que você se resignou a um papel diferente.

Mas, maldito mas... no fim as coisas se revelam da forma mais inusitada possível e o mundo, "o mundo é uma caixinha de surpresas..." por maior que ele seja, tem seres humanos linguarudos, sedentos por abrir a boca, sedentos por contar vantagens, por dizer aos quatro ventos, NÓS sabíamos disso a muito mais tempo. NÓS somos confiáveis (to vendo).

Não se brinca com as pessoas assim, não dessa forma brutal, não se aproveita da boa vontade, não se aproveita do bom coração, não se encosta no bolso, não é necessário enrolar, inventar e criar meses de caos, para chegar ao objetivo. Não se engana dessa forma, mas fazer o que né? As pessoas são assim, aprendem assim, mudam palavras, dão voltas e sempre voltam a fazer o que lhes era destinado, MERDA.

Resta agora tocar a vida. Se proteger dessas possibilidades? Não, não podemos viver amedrontados de aparecer mais pessoas assim, não precisamos nos portar como gatos escaldados. Se é da nossa natureza Acreditar, Correr, Amar, vamos Acreditar, Correr e Amar, não interesse o quanto, se o suficiente ou se é demais. NÃO MUDE QUEM VOCÊ É. Viva o Nós, viva a Empresa, viva o todo e não apenas parte do todo.

Escrevi a algum tempo que perdão se dá a quem pede, mas realmente acredito que se dá a quem precisa, mesmo sem pedir, mesmo o outro achando que esta tudo certo, mesmo sem se arrepender. Perdão nós damos a nós mesmos, uma chance de conviver e o direito de aceitar que as pessoas são assim, mais cedo ou mais tarde, tudo se revela.

O esforço da presença, o esforço do cuidar, o esforço da preocupação, o esforço da lembrança, o esforço de integrar, todo o esforço gasto pode ser desnecessário, quando o que precisava era querer, mostrar e dar por dar, não por ser um esforço. Tentar por vontade e não por obrigação social e moral de dizer: "Veja bem, eu tentei viu, nós tentamos". Veja bem, você é um dos nossos. O que importa aos outros se você tentou, se você se doou ao máximo? Nada. O que importa a você se você fez isso? Tudo, a tranqüilidade de saber que SIM, VOCÊ FOI DIFERENTE. SIM, VOCÊ FEZ A DIFERENÇA.

Não existe uma força do BEM ou do MAL que conspira contra as pessoas, existe o respeito e a falta dele. Comecemos nos respeitando, antes de exigir respeito dos outros. A não nos esconder, a mostrar ao mundo quem somos e que sim chegaremos lá. Pois assim está escrito. Pois assim será.


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Continue a Nadar... Continue a Nadar...