Mostrando postagens com marcador presença. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presença. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de agosto de 2026

A Ausência.

Quando preciso.
Não está.
Se desejo.
Não dá.
Outro beijo.
No ar.
Sinto a falta.
Do Amar!

Seu trabalho.
Sua crença.
Seus atalhos.
Sem presença.
Seu diário. 
Tua vivência. 
O horário. 
Da sentença.

Sua vida.
E atitudes 
Sua batida.
No alaúde.
Desiludido. 
A miúde.
Combalido.
Sem saúde!

Hora arde.
Outra dói.
Agora é tarde.
Já foi.
Sem alardes.
Sem dar oi.
Afinidades.
Ora pois!

Sem um cinto.
Sem decência. 
Já nao finjo.
A carência.
Pra mim minto.
Sem licença.
Hoje sinto.
Ausência. 

terça-feira, 5 de agosto de 2025

não há tentar...

"Não há tentar. 
Apenas fazer.
Ou não fazer!"

Foi assim que começou. 
Com uma portada de limites. 
O que temos são escolhas e o acaso pra decidir.
Com o tempo aprendemos que é possível melhorar a escolhas e jogar com o acaso, mas nunca controlar. 
Nem quais escolhas,  nem os momentos aleatórios podem ser controlados. Beneficiamos o ambiente,  favoreceria ou induzindo uma escolha, mas nunca controlamos ou impomos nada. 
Querer controlar isso,  nos frustra,  nos torna impotente e consequentemente fracassamos. Isso porquê estamos condicionais a se dar bem. Não digo nem,  se dar melhor,  mas se dar bem,  ter ganhos nas ações,  mas intenções, mas medidas que propomos. Queremos o ganho rápido,  imediato,  não nos contentamos com a batalha, a luta, o caminho. Apenas a conquista e o mérito são valorizados. Escanteando o aprender, o ensinar, o observar e tantos outros verbos que nos mostram o caminho. Esquecemos de curtir o presente, esperando o futuro e penando o passado.

Se não nos entregamos por inteiro, vivemos a mediocridade. Entregamos algo parcial que nao traz alegria e conforto, apenas um ok ou um legal.
Assim como a não tentativa, a não intensidade deve ser compelida e a entrega ou recepção exaltada.
A entrega deve ser consciente, íntegra, completa... sem vendar os olhos ou esconder-se do barulho, interno e externo. 

Assim mantemos limites, somados ao tempo!