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sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Sem mais...

Se me tiram a força.
E desconfiam de mim.
Me tratam como fraco, uma louça.
Duvidam se sou frágil,  marfim!
Se me desacreditam.
E caminhos nao tenho mais.
Tiram meu chão, desistem.
Me deixam pra trás. 
Se choro na noite úmida.
Com medo de me perder.
Desisto da vida oprimida.
Já nem quero mais viver.
Quando caio em maismum golpe.
E não tenho quem me dê a mão.
Rumo sem nenhuma sorte.
Desatino, rodo em furacão.
Se me vejo entao sozinho.
Companheira solidão. 
Sinto um escuro e um vazio.
Atropelo a imensidão.
O presente sente falta.
Do passado que fugiu.
E sei que meu futuro.
Escorrega no Funil.
O futuro que me falta.
É mais triste que o agora.
Passa os dias, passas as horas...
E me pego a chutar latas
Para mim é um grande chega.
Para o trem quero descer.
O Amor de quem.nao enxerga.
Vira a falta de você.
Pois quem eu mais confio.
Me magoa e me machuca.
Minha vida por um fio.
Nao me olha nem na nuca.
Desanima ser tão pobre.
De carinho e de atenção
Quem eu quero não me escolhe.
Joga longe e me diz não
A ferida que não fecha.
Essa dor que não têm cura.
Só me resta um brecha.
Que é a morte ou a loucura.
E no fim largado ao lado.
Bem no fundo de um jardim.
Escondido e congelado.
O Amor que tens pra mim.
Se na briga com a razão.
A coragem assim fugiu.
Leva o pobre coração. 
Para a puta que pariu 
Já é tarde vou me indo.
Vomitando a bradar.
E de um louco desatino.
Fujo a leste desse mar.
Já nao sei se atordoado.
Eu me lembro em seu olhar.
Fecho os olhos acordado.
Pois não sei deixar de Amar.