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terça-feira, 28 de maio de 2024

Do pó viemos, a merda voltaremos...

Mais um dia se passa.
E tudo continua igual.
As nuvem carregadas.
A penumbra usual.

Nada mais é de graça. 
Passa sempre do normal.
Pede mais uma cachaça. 
Mel, limão e um pires com sal.

E mesmo que eu me disfarça.
Me encontra no habitual.
Fazendo minha pirraça.
Exagerando no visual.

Pois na vida é só desgraça.
Tiro, porrada e bomba acidental.
Uns morrem na hora errada.
Outros Amam o imoral.

Eu aqui cagando água. 
Diarreia disfuncional.
E a bendita descarga.
Ir com ela é bem legal

Me levanto e faço força. 
Pra não ser um anormal.
Que minha mãe não me ouça.
Quando cheiro eu passo mal.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

a atenção e o dromedário

Antes de recomeçar, comece.
Sinta seu instestino.
Deixe que ele desperte.
O ciclo da vida passa pela merda.
Quem nasce pobre não herda.
Mas tudo que voce come.
Igual toda mulher e homem.
Gera um resto, um despejo.
Dejetos que saem de dentro com cheiro.
As vezes até em desespero.
Em formas, cores e temperos.
Ainda que seja regrado.
Cagar sempre nos deixa preocupados.
Pra muitos até envergonhado 
Bom seria ser bicho 
Pra deixar minha necessidade em qualquer lado.
Seja no meio da sala, na cozinha ou no telhado.
Na calçada da rua, na soleira ou num gramado.
Seria bom, se não fosse o pecado.
Velado, escondido, segredado 
Agradeça por ainda controlar seu esfincter.
E não acordar melado...