Apenas fazer.
Ou não fazer!"
Foi assim que começou.
Com uma portada de limites.
O que temos são escolhas e o acaso pra decidir.
Com o tempo aprendemos que é possível melhorar a escolhas e jogar com o acaso, mas nunca controlar.
Nem quais escolhas, nem os momentos aleatórios podem ser controlados. Beneficiamos o ambiente, favoreceria ou induzindo uma escolha, mas nunca controlamos ou impomos nada.
Querer controlar isso, nos frustra, nos torna impotente e consequentemente fracassamos. Isso porquê estamos condicionais a se dar bem. Não digo nem, se dar melhor, mas se dar bem, ter ganhos nas ações, mas intenções, mas medidas que propomos. Queremos o ganho rápido, imediato, não nos contentamos com a batalha, a luta, o caminho. Apenas a conquista e o mérito são valorizados. Escanteando o aprender, o ensinar, o observar e tantos outros verbos que nos mostram o caminho. Esquecemos de curtir o presente, esperando o futuro e penando o passado.
Se não nos entregamos por inteiro, vivemos a mediocridade. Entregamos algo parcial que nao traz alegria e conforto, apenas um ok ou um legal.
Assim como a não tentativa, a não intensidade deve ser compelida e a entrega ou recepção exaltada.
A entrega deve ser consciente, íntegra, completa... sem vendar os olhos ou esconder-se do barulho, interno e externo.
Assim mantemos limites, somados ao tempo!
