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quarta-feira, 30 de julho de 2025

E se nada der certo?

Se nada der certo.
Cada um vai prum lado.
Leva o que é seu.
Divide o passado.

Saúda as mágoas.
Levanta as guardas.
E enfrenta outra batalha.
Sem mendigar migalhas.

Tenta levar na boa.
Mas pode ter briga.
E mesmo que eu não corra.
Não me dê por vencido.

Sua vitória será o troféu.
De uma vida que se perdeu.
De algo que seria promissor.
Que eu jurava ser Amor!

Eu abro mão de tudo.
Mas não porque sou bom.
Porque fujo do abusrdo.
Pois a preguiça é meu dom.

E terei gasto todas as forças.
Para tentar manter só isso.
A visita da nossa moça.
E esta feito o desperdício. 

A mentira sempre tira.
O pouco que restou.
A casa inteira vazia.
(Mostra) o tempo que nao curou.

Criar uma nova verdade.
Perdida no ego que quebrou.
E la se foi vaidade.
Vestida do que sobrou.

sábado, 14 de setembro de 2024

Graças aos meus!

Enquanto houver paciência. 
Construiremos nosso Amor.
Mesmo no mar de incerteza.
Ou na onda errante em dor .
Ponho as cartas sobre a mesa. 
Sem mais, nenhum, pudor!
Nado conta a correnteza. 
Me deixo ir onde for. 
Com a benção da mãe natureza. 
Assopro a vela e respiro a flor. 

Se me procuro no escuro. 
A luz da estrela me cega.
Não estou, assim, quase puro.
Seu veneno é o que me rega.
Mergulho no mar obtuso.
Vou fundo sem muita pressa.
Voltando a tona confuso.
Puxo o ar que me resta.
Sou eu frente a frente no muro.
Quadrado, sem nenhuma aresta.

Procuro um abraço calmante.
Espero que me dê, o seu sim. 
Desejo estar como antes.
Um pouco mais longe do fim.
Chorar já não é o bastante.
O que me cativas assim.
Entendo o arfar sibilante..
Como a dor de pedras no rim.
Desejo te ter mais um instante.
Pois estou a perde-la de mim.

Razão já não liga pra conta.
A arte esta presa ao museu.
A vida que quer ser a dona.
A mando de quem se perdeu.
E sobe assustada a pamplona.
Um sabre que corta meu céu
Fugindo da rua e da zona.
Da soma, da sorte e de Zeus.
Fugindo da morte matrona.
Amar e dar graças aos meus.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

O ciclo infinito

Ontem era o fim.
Hoje é o recomeço.
Se parar esse mundo, eu desço!

Aí de mim.
Desistir assim.
De algo que desconheço.

Quero ter enfim.
Um pedaço do fio.
Que eu teço.

E estando afim.
Numa hora ruim.
Aconteço.

Se amanhã nasce o sim.
Esperança do berço.
Crio outro universo.
E começo!

terça-feira, 5 de março de 2013

Voltar ao zero...

Voltar ao zero pode ser a solução.
Mesmo com bagagem nas costa.
Mesmo com perdas impostas.
Mesmo com dor no coração.
O reinicio pode ser bom.
Precisamos nos reinventar.
Escrever novas cartas de Amor.
Um novo conteúdo, para esta flor.
Um novo jeito de ser, permanecer, ficar.
O bom hábito de sorrir ou de chorar.
Precisamoa voltar ao início.
Mais cansado, suado e sofrído.
E também calejado, aprendido.
Voltar na beira do precipício.
E decidir descer no abismo.
Escuro, incerto e mais uma vez novo.
Novos caminhos fazem outros destinos.
Pois velhos mapas, levam ao mesmo lugar.
Arrisco tudo. Outra vez.
Tenho muito a perder, mas tento.
Quem ja perdeu sem arriscar.
Arrisca e tenta ganhar.
Não existe vitória eterna.
Nem perda que nunca acabe.
Volto ao zero.
E que os Deuses me guardem...

Daniel
5.3.13

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O eterno vira etéreo!

Mais uma vez.
Nesse dia, nesse mês.
Não queria falar disso.
Causar mais um reboliço,

Mas as coisas remontam
Elas voltam e revoltam.
Nos faz sempre reviver.
Mas não pra mais sofrer.

Saber que o eterno,
já se tornou etéreo.
Não dura o necessário
Como nesse aniversário.

No fim também se começa.
E crescemos já sem pressa.
E agora é que é a hora,
de então se renovar.

Descobrindo novas fontes.
Ampliando os horizontes.
Buscando o desconhecido.
Na conversa com amigos.

E então sem mais doer.
Dessa fonte irei beber.
Para a vida aqui saudar.
Pois não deixo de Amar.


Daniel Bronzeri Barbosa (14/01/2011)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O fim pode ser o começo.

Ignorado! Melhor ser odiado.
Enganado pelo Amor, arrastado.
Na vida podemos ter um recomeço.
Por isso me olho, aprendo e cresço.
Para um dia eu deixar de esconder.

Esconder tudo que realmente sinto.
Das coisas que para os outros não digo.
Se a decisão é acertada ou não.
Ouvirei mais a Razão que meu Coração.
Pois dele eu minto, para não mais doer.

Doer no sofrimento da separação.
O fim da pretensa eterna união.
Fica agora estampado no rosto.
Do cheiro doce ao amargo desgosto.
O que cansamos de falar sem entender.

Entender que Amar foi nossa virtude.
Que buscamos dar certo com atitude.
Não só agora, mas desde o início.
Para mim isso é bom e é um vício.
Se me deixa dizer. Meu vício é você.