Cada vez mais, menos.
Queria deixar o mundo mudo
Esquecer dos terrenos.
Queria pausar a vida.
Talvez até parar.
Mas medo a força da palavra proferida.
Me ponho a calar.
A vida fere.
E mesmo que eu não errei.
A ferida irá sangrar.
A morte pede.
E eu dou muita sopa.
Pra esse azar!