domingo, 21 de dezembro de 2025
verdades que apavoram
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Aflição Laboral
que a amizade se expire,
quer dizer que nada existia,
que era falsa e fria.
O carinho e a saudade pode ser unilateral,
pode sumir um dia,
pode surgir na noite fria de um dia radical.
Todo acordo que não se sabe,
toda vontade de ser melhor.
Todo fato aproveitado,
o início, o fim e o fardo.
Desejo tudo que há de melhor.
Não sei se posso fingir desilusão.
Nem a falsa oprimida opção.
A defesa de quem não precisamos.
Onde estamos por quem nós lutamos.
De onde viemos e como estamos.
Será que um dia chegamos?
Rezemos!
domingo, 30 de novembro de 2025
Se fosse a minha questão.
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
pré-ocupação
domingo, 23 de novembro de 2025
Brincar de Amar
sábado, 22 de novembro de 2025
Separação
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Não me liga mais...
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Saudade é o Amor que perpassa o Tempo
terça-feira, 18 de novembro de 2025
E ele se encontrou
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
vou me virar
sábado, 25 de outubro de 2025
Estar Sozinho
sexta-feira, 24 de outubro de 2025
POSA DE PERFEITA
É uma desgraça.
Esse cheiro de fossa.
Que exala ai ia ia.
O tempo inteiro a fotografar.
Sem objetivo.
Sem nem mais pensar.
Falando besteira em todo lugar.
Fala que é gueixa
Mas é lá do interior
Finge até que treina.
Mas só posta fotinho de caô o o o
Posa de perfeita.
Que é amiga de CEO.
Mas fica de espreita
Pra ganhar curtida de doutor o o o
E o Lair que eu caço.
Com um Fat perfeito.
Você não entende, meu bem
Foge até do pleito.
Você não entende, meu bem.
Deixa que eu ajeito.
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
Amor Bariátrico
Mas meu panelão, quase que não deu.
Se não for no fogão, vai ser no microondas
Demora demais quase não acendeu.
Eu tempero o feijão.
Colocar o cominho. Uma folha de louro. E um pingo de dendê
Coloral quanto for.
Misturar com açafrão.
No meio do caminho. Eu frito um ovinho. E completo você. E e
Ainda nao acabou...
Um bifinho eu frite e ei.
O feijão não demora. Esquento a polentinha. Que depois salguei.
Salada completou.
Um almoço de rei.
Faz um suco da hora. Ou abre uma coca. E chama pra comer.
Senta e come tudo quente.
Enquanto não é taarde
Cuidado com essa pimenta.
Que quando sai aaarde.
E depois de comer bem.
Ainda tem um cãanto.
Pra comer um bom pudim.
Algo que eu Amo tanto. (Eu amo tanto...)
Vou falar que ta bom.
E comer um montão.
Vou beber o suquinho.. Ter um dumping sozinho. De tanto come er
Depois um sono bom.
Desmaiar de comer
Eu espero um minuto. Que volta meu mundo. Ainda posso viver
Guarda o resto pro tropeiro
Pra comer mais taarde.
Faz omelete caseiro.
Com molho de tomaate.
E quando a fome vem.
É de tudo que eu como. (É de tudo que eu como)
Pode colocar purê
Nesse podrão eu como. (Eu como. Eu como!)
terça-feira, 16 de setembro de 2025
Votos (Ju)
Se tivesse que comecar a vida de novo, tentaria te encontrar mais cedo. Nao muito mais cedo... talvez uns 5 ou 6 anos antes. Pq quando nos conhecemos estavamos bem preparados para nós mesmos, maduros, com feridas, com aprendizados, com erros, sabendo um.pouco mais do que queriamos, ainda ansiosos, mas prontos para cuidar um do outro.
Não sei se foi Amor a primeira vista, paixão a primeira tragédia contada. Mas com certeza o primeiro beijo foi bom.
Não somos muito parecidos, eu sou um Jedi Rebelde Preguiçoso e você esta mais para uma Trinity Trabalhadora Focada, mas como diria Anitteli, "os opostos se distraem" e tivemos ótimas distrações, porém o mais importante é que "os dispostos se atraem" e aprendemos batendo a cabeça algumas vezes que estamos dispostos a viver juntos! ❤️
Temos nossos dias de quarto/sala... de sala/sala e os de quarto/quarto (ainda bem). Aprendemos a nos respeitar, não nos aturamos, mas sim atuamos na mesma peça chamada vida a dois (a 3, a 4, a 5, a 10... 15...), com cumplicidade, com completude e recentemente nos lembrando da nossa individualidade, sem nos desfazer dos nossos gostos, melhorando a cada dia, criando e quebrando nossas próprias regras.
Viver ao seu lado é e continuará sendo, um grande privilégio, criando felicidades e distribuindo Amor!
Obrigado por me fazer melhor a cada dia!
Se você vier
Pro que der e vier, comigo
Eu lhe prometo o Sol, se hoje o Sol sair
Ou a chuva, se a chuva cair
Se você vier
Até onde a gente chegar
Numa praça, na beira do mar
Num pedaço de qualquer lugar
Nesse dia branco, se branco ele for
Esse tanto, esse canto de amor,
Se você quiser e vier
Pro que der e vier, comigo
quinta-feira, 11 de setembro de 2025
7x7 (49 anos)
Mas sera o setênio?
sexta-feira, 22 de agosto de 2025
os pequenos enganos
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Sem mais...
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
fingir ser o que não é
Pega o que é teu!
crê
domingo, 10 de agosto de 2025
Ser pai não é ser co-piloto
quarta-feira, 6 de agosto de 2025
Quero desistir
Controle ou Consciência
terça-feira, 5 de agosto de 2025
não há tentar...
quinta-feira, 31 de julho de 2025
Ainda assim sou aquele...
quarta-feira, 30 de julho de 2025
E se nada der certo?
Conversa sobre o Amor!
terça-feira, 29 de julho de 2025
daí voce conversa
segunda-feira, 28 de julho de 2025
Auto-incriminação
sábado, 26 de julho de 2025
Mentir
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Não quero mais...
sexta-feira, 11 de julho de 2025
Daqueles querê-las
sábado, 5 de julho de 2025
Relax multiplus stress
quinta-feira, 19 de junho de 2025
Até quando...
Até quando ficamos longe?
Até quando nós aproximamos?
Até quando vamos morar juntos?
Até quando queremos o mesmo?
Até quando nós suportamos?
Até quando somos algo um para onoutro?
Até quando nos impactados?
Até quando queremos juntos?
Até quando nos importamos?
Até quando queremos distância?
Até quando lembramos?
E se hoje nem sabermos o que fomos?
domingo, 15 de junho de 2025
Amor que aduba a Dor!
Desistindo de tudo e de mim
sábado, 14 de junho de 2025
é... pra mim já deu!
sexta-feira, 13 de junho de 2025
Esse aí... eu julgo!
Cor, por, ativo...
A empresa sem internet fica caótica.
Tanta tecnologia e mal consegue cobrar.
São muitos dados e pouca nota a contar.
Aqui tem muita gente limitada.
Se achando esperta e atualizada.
Trocando a boa pesquisa por IA.
Só que não aprendeu a perguntar.
Ri de tudo parece uma hiena.
Faz pose de jogador pra ficar na cena.
Mas sofre calada com sua limitação.
Na hora do aperto foge da ação.
Fala mais e sempre bem alto.
Não sabe ouvir, não desce do salto.
Protege com a vida quem pouco merece.
Mas no primeiro deslize, esquece!
São todos iguais com a mais pura ilusão.
De encantar pessoas e mostrar compaixão.
Mas perde o prumo quando desmascarada.
Pois só tem um querer, ser Amada!
Romance em doze linhas (Ana Beber)
quanto falta pra gente se ver hoje
quanto falta pra gente se ver logo
quanto falta pra gente se ver todo dia
quanto falta pra gente se ver pra sempre
quanto falta pra gente se ver dia sim dia não
quanto falta pra gente se ver às vezes
quanto falta pra gente se ver cada vez menos
quanto falta pra gente não querer se ver
quanto falta pra gente não querer se ver nunca mais
quanto falta pra gente se ver e fingir que não se viu
quanto falta pra gente se ver e não se reconhecer
quanto falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu.
Ana Beber
quinta-feira, 12 de junho de 2025
Omitir é diferente de mentir
quarta-feira, 11 de junho de 2025
desistindo
Não sou, mas sinto... (O mito de Omito)
sexta-feira, 23 de maio de 2025
eu nao esqueci
domingo, 20 de abril de 2025
Parado
segunda-feira, 14 de abril de 2025
a escrita que incomoda
segunda-feira, 31 de março de 2025
Exausto...
sexta-feira, 28 de março de 2025
domingo, 23 de março de 2025
FOMO, FOMA e FOME
Provavelmente você já ouviu sobre o acrônimo FOMO, até justificando corrida e desespero na era da informação, no anseio por dados. Como característica de um esgotamento (Burnout), de transtornos de ansiedade. Mas já entendem o que é sua evolução o FOMA ou então já pensaram no que seria seu antecessor real, o FOME (não é a fome, mas o acrônimo FOME)? Pegue seus ovos e um fio de óleo e vem viajar na maionese com o tio.
FOMO (Fear of missing out) geralmente correlacionado a geração Millenial e/ou "X-enialls" (pouquinho antes do Millenial), seria numa tradução direta O "Medo de ficar de fora" ou "medo de perder algo" (sendo esse algo do seu interesse). Podemos falar em medo de não estar em um lugar com os amigos (popularmente chamado pela minha mãe de "síndrome das duas bundas"), de não saber uma notícia importante rapidamente ("síndrome do fofoqueiro"), de não saber o que está acontecendo com algo ou alguém o tempo todo ("síndrome do controle absoluto"), de perder uma oportunidade de compra, de não se divertir por completo... Necessidade de estar o tempo todo conectado.
Como disse antes, essa é a mais explicitada, estudada e divulgada, está ai desde 2000 e pouco (na minha pesquisa foi cunhada por Patrick J. McGinnis) e que também trás características como a pessoa precisar registrar tudo o tempo todo com vídeos, fotos, comentários... Tem a necessidade emergente de estar em todas as rodinhas de conversa, se não sabe algo está sempre procurando e interagindo nas redes sociais para "aprender" ou apenas ter noção pois se aprofunda pouco na informação e pode ser levada por uma ou outra noticia falsa que ajude em seu viés de confirmação.
FOMA (Fear of missing anything) atualizada e associada a geração Z e também a nova geração Alpha, ainda em definição. Apresentado pela Amy Webb em seu último estudo, foi inicialmente proposto como medo de perder audiência (Fear of missing audience), para o mercado de marketing e principalmente de geradores de conteúdo os famosos "Creators" e vendedores moderns "Influencers" (o desenho inicial foi com o Mercado Ads e novamente com Patrick J. McGinnis), mas o termo está "pivotando" (pra se moderno um moderno antiquado), está se remodelando em 2025 para: Medo de perder qualquer coisa, sem distinguir o que e como, ou mesmo o pra que, qualquer coisa que ainda vai acontecer ou surgir (mesmo que não seja do interesse agora). Isso cria a necessidade extrema e imediatista de estar hiperconectado, sintonizando diversas vibrações e com isso mais acelerado e hiperativo. A pessoa nem sabe o que pode perder, mas ela já tem o medo de perder, de não participar, de não ter a possibilidade nem de recusar, então mais do que aceitar todos os convites, ficar enfeitiçado pela rede social, rolando a tela, ela se antecipa a isso, chega a estudar tendências para reservas espaços para esses eventos fictícios, criando uma tendência a aceitar mais o impacto da publicidade, de divulgar notícias sem pensar em rever, de ser ainda mais rasa nos estudos. Não presta atenção em uma conversa pois não consegue acelerar as pessoas como faz nos áudios e vídeos, não quer perder tempo e cansa da interação social, desenvolvendo características que remete a síndromes e transtornos que artificiais ou ao menos adquiridos (quando os estudos mostram que não podem ser adquiridos).
Essa pessoa já conta que perdeu o tempo, e quando chega em um lugar já está pensando nos 10 outros lugares que vai estar, quando sai pra fazer uma viagem, já vai pensando em quais as próximas 10 que fará. Passa do registro por lembrar e ser lembrado, para apenas um registro de prova de vida, acha sempre que está perdendo o momento e não aguenta qualquer incômodo ou pausa. Com isso não tem tempo de refletir, não consegue criar as sinapses necessárias para aprender, tenta sempre fazer um download que adquira o conhecimento de forma instantânea. Ainda precisa ser estudado e debatido, mas tende a ser ainda mais persuadido e manipulado.
Dito isso, tento dar um passo atrás e buscar em mim e em meus ancestrais a sigla que tenta definir nossos medos e sugiro a FOME (fear of missing everything) como disse eu associo aos Baby Boomers e geração X pois pensando no FOMO e na FOMA, lembrei de coisas que sempre ouvi e vivi dentro de casa, comigo, com meus pais, avós, amigos e os seus pais e avós. O medo de depois de conquistar algo, perder tudo. Ou mesmo sem ter nada, Perder Tudo.
Foi o medo iminente de perder a casa própria, o terreno que foi suado pra manter ou comprar, o carro, o telefone, o status... A falta de segurança físico-patrimonial, a falta de segurança jurídica, por uma quebra de contrato de trabalho, chegando até a entender que estar falido ou com o nome "sujo" (notificado nas redes bancárias e no famoso Serasa) seria perder o nome, para alguns seu bem mais precioso.
O medo de perder tudo no entanto (talvez por saudosismo e com um viés de confirmação pra mim) não nos paralisava por completo, pelo contrário nos faz buscar mais proteções, alguns se afundavam em estudar mais, trabalhar mais duro e por mais tempo, entendendo que isso é se dedicar mais, porém também adoece mais, perde o tempo de gozar a vida, de aproveitar, deixando pra curtir quando aposentar, quando não conseguir mais caminhar nas ruas da Suiça, como um casal de velhinhos que dorme na gondola num passeio em Veneza ou que não sai do quarto do Hotel no Caribe. Nos sujeitamos mais aos famigerados boletos, as contas, as compras de mês. Precisamos preparar a próxima viagem da família, organizar o próximo almoço no detalhe do quem vem, o próximo encontro pra saber se todos terão espaço e ficarão confortáveis com o que terá pra comer, tentamos não perder o contato, cair no usual "uma hora marcamos...", ou "um dia eu ainda vou/terei..." ou seja também somos falhos.
Penso em tudo isso pra discutir o quão fácil é criticar o medo dos outros, ainda mais quando não é o seu, do lado de fora. Quão fácil é apontar o dedo, julgar, sem a necessidade de corrigir, sem olharmos para nós mesmo? O comodismo de criticar a geração seguinte como fomos criticado pela anterior (memória fraca), não queremos nada diferente do que somos, do costume, da nossa zoninha de conforto. Muita gente da geração passada critica as novas e o "sempre foi assim", precisa de reflexão? Tem que ser assim? Não podemos aprender um pouco com os mais novos, como tentamos aprender com os mais velhos? Sei que muitas coisas da nova geração ainda não entendo, por não se encaixar na minha régua de moral, ética ou comportamental, mas isso não quer dizer que estão errados, muito menos posso afirmar que estão certos. Estão diferentes, isso é fato, pois pensam diferentes e passam por coisas e sentimentos diferentes. Ou seja estamos caindo no eterno erro de falar da nossa época, sem considerar o mundo que vivemos, o período que as pessoas foram inseridas e sem estudar as coisas de forma mais abrangente, mais amplas. Vivemos no mundo onde a IA faz o jaba da música e reclamamos que o algoritmo nos influencia, mas não era assim com quem saiu da caverna e voltou pra nos contar, com o trovador que cantava as histórias a sua forma, o rádio que tocava a música que queria ou que lhe rendia mais, o jornal, a televisão, o filme, o disco mais vendido, o cd, a música digital, o streaming... todos influenciados e influenciando, mas sempre precisamos de um vilão, que com medo de nominá-lo chamamos de mercado, um poder amorfo, irracional, autoritário e obscuro.
Até quando nos deixaremos dominar por esse mercado e os medos que ele nos impõe?
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
Quantas vezes ainda vou chorar com você? E sorrir? E cantar? Amar e viver?
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
sono
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
De todas as formas, a pior!
sábado, 8 de fevereiro de 2025
Desistindo de tudo!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
Quanto mais eu entrego, mais me distraio.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2025
quarta-feira, 15 de janeiro de 2025
Desapontado com tudo...
As estrelas se apagam, e o céu se desfaz,
As açoes que espero, não chegam jamais.
Eu os Amo, são luz, mas a luz que me cega,
Na esperança que crio, o vazio que me pega.
Em cada palavra, em cada promessa,
Mais mentira, uma sombra que me estressa.
O Amor que é meu, eles não conseguem ver,
A cobrança é dor, que é difícil não ter.
O abraço que busco se desfaz em silêncio,
E os olhos que espero, se vão no imenso.
Eu construo castelos de sonhos e fé,
Mas cada ato ou falta, me rasga até.
Em meus pensamentos, a esperança é clara.
E a realidade amarga, a confiança para.
O que eu construí em ilusão e encanto,
Agora desmorona e se faz em pranto.
O tempo que passam sem me perceber.
Faz com que me perca, passando a me esquecer.
A expectativa é chama, mas que arde sem fim,
Na frieza do mundo, busco refúgio em mim.
Eu Amo, mas não posso me iludir,
Esperar que se transformem, sem me consumir.
A angústia que é minha é via de espera,
Mas o que tenho deles, firula e primavera.
A cada dia, uma ferida mais profunda,
Mergulho sem alma em águas imundas.
Minhas mão estendida, mas nunca tocada,
O silêncio é a resposta, as palavras caladas (vozes cansadas).
Quis que me vissem, sem pintura ou máscara,
Mas o reflexo no espelho é de um tiro na cara.
Eu Amo em excesso, sou grande e sou dor,
E a quem tanto Amo, falta o mesmo Amor.
O que esperava se perde nas nuvens,
E a vida segue com suas novas juventudes.
O desapontamento dissolve quem sou.
Mas sigo Amando e pedindo em clamor.
Em cada gesto, um suspiro, de um olhar perdido,
Mas eu nunca me sinto tão bem correspondido.
A dor é minha, e a expectativa é meu açoite,
Pois Amo, espero, me engano, mais uma noite.
