De chorar ou rir.
Parei triste, em meio ao asfalto.
Estava exausto!
O ônibus estava longe.
Vindo reto em minha fronte.
Eu sequer tentei me esquivar.
Deixando ele me abalroar.
Nada mais eu sentia.
Perna, barriga e mente vazia.
Foi tão estranho a sensação.
Era o fim de uma doce ilusão.
Não teria tempo para reclamar.
Nem ao menos confessar num bar.
Parei a vida de sopetão.
Num dia quente com decepção!