sexta-feira, 31 de julho de 2026

Dia do Orgaaaasmoufff

Queria você aqui comigo.
Me provocando e falando putaria.
Que a bucetinha esfregaria.
Na careca do seu marido.
Seria meu gel mais perfumado.
Com seu delicioso cheirinho.
Ia lembrar com muito carinho.
E ficaria muito excitado.
Mordida na orelha e beijinho na nuca.
Abraço apertado de braços e pernas.
Sua bunda macia, suas tetas belas.
Minha mão que passeia e te deixa maluca.
Me pede o que quer, te chupo inteira.
A boca que desce, no umbigo e cintura.
Minha cueca esta cheia minha pica dura.
Eu roço na perna e lambo a rabeira.
Está bem melada e um duro botãozinho. 
Fico de joelhos te mostro inteiro.
E levo em sua boca cabecinha primeiro.
Você se lambuza e se toca rapidinho.
Antes que eu goze saio em um movimento.
Pega o sugador e aproxima lá embaixo.
Fica de ladinho que logo eu encaixo.
Escorrego pra dentro de um jeito lento.
Agarro seus peitos e aperto o bico.
E no vai e vem seu corpo eu sinto.
Seu corpo me puxa, acelero o meu ritmo.
Num gesto discreto te puxo e te viro.
Estou quase lá mais um pouco eu consigo. 
Abro firme sua bunda pra ver seu cuzinho.
O dedo molhado sente de leve o lisinho.
Eu jorro lá dentro meu gozo quentinho.
Você se aperta e chega comigo.
Eu deito ao seu lado, pingando molhado.
Você quer mais um pouco e ainda tem tempo.
Me pede ajuda e te mexo com os dedos.
Você aperta e geme, e goza pro seu amado.
Que delicia nós dois molhados e suados.
Nossos corpos descansam pelados.
E num breve suspiro essa deusa ao meu lado!

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Saudade é como uma Nuvem

Saudade é como uma nuvem surpresa
Que quando chega muda seu tempo.
Chove lágrimas de sentimentos.
Sem que você ao menos perceba.

Pode ser escura e pesada.
Toda cheia de razão.
Solta grandes pingos d'água.
Que transborda o coração.

Uma saudade passageira.
Que se dissipa na imensidão.
A mais simples brincadeira.
No mais duro sermão.

Ou até uma nuvem de Amor.
Com rajadas de trovão.
Seja a graça do tremor.
Ou a lembrança de um irmão.

Uma saudade com uma forma.
De elefantes e castores.
Uma parada fora da norma.
Uma cena sem atores.

Uma nuvem carregada.
De força, fé e energia.
Uma sempre atenta guia.
A mover na madrugada.

A saudade noite e dia.
Faz na selva revogada.
Tem a graça alcançada.
E uma aura de magia.

A saudade é uma nuvem.
Que faz sombra quando passa.
Faz chorar o grande homem.
Faz sorrir a linda moça.

Faz o triste ficar rindo.
Novo mundo e novas dores.
Faz o nada virar tudo
E manter muitos Amores!


segunda-feira, 27 de julho de 2026

O lado errado de encobrir uma vergonha...

Tem coisas que não falamos e a forma de encobrir é pior do que a vergonha de falar a real.
Quando bate tesão e quero me masturbar, tento sentir seu cheiro, no fundo de uma calcinha, na calça de pijama, na pontinha do vibrador.
Pois bem, o gatilho foi o vibrador não estar aqui. O motivo não é que eu vejo se você leva o vibrador todas as vezes em viagem, nem devo.olhar como você mesmo provou, mas peguei, pois levantei um pouco cedo, com tesão e fui sentir seu cheirinho na ponta do vibrador.
Não estava lá e me bateu toda a encanação.
Talvez o maior erro foi duvidar de você, questionar sua inabalável lealdade, tanto que depois de falar com você, me bateu uma tranquilidade, toda a duvida passou num piscar de olhos, num simples conversar e pude ver o papel de palhaço que fiz.

domingo, 26 de julho de 2026

não faço falta

Não faço falta nesses mundo. 
Meus pais estão no fim da vida, não precisam de mim, nem querem minha ajuda.
Sou um monstro pra minha esposa, que manipula, corroe e maltrata. 
A Beatriz ja foi, tem a vida dela e não precisa de nada de mim.
O Pedro está encaminhado, tranquilo, ajustado, melhor do que eu pude prever.
Assim como a Catarina também tem caminho, estudou, cresceu e se torna independente.
Meu irmão tem muita merda pra se preocupar, meu sobrinho, nossos pais sua vida.
E todos tem um quadro grande de suporte. 
Não sirvo pra nada mais no trabalho, não faço falta lá também, qualquer um faz o que faço, vê o que vejo e pode exercer a sua forma meu papel. E não tenho nenhuma perspectiva de mudar.
Devo ser narcisista. 
Devo ser controlador, manipulador e abusador inconsciente. Embora não consigo ver isso,  não acho que seja maquiavélico ou ardiloso,  mas deve ter algum fundo nessas verdades.
Acho que fiz muito mal pro Pedro e pro meu irmão quando eram novos. No sentido de abuso psicologico, não acho que proposital, mas chamar de burro quando estava irritado, que não merecia o que tinha quando fazia corpo mole... desmerecer, pedir coisas alem do possível...
Aquela inteligência que falam é um teatro só. 
Me sinto extremamente cansado, extenuado. 
Me sinto dependente emocionalmente de alguém, como se fosse minha vida na mão de quem pode abrir no vento a qualquer hora.
Acho que estou deprimido.

Meu eu verdadeiro se esconde...

Minha personalidade é falha.
Quando tem presença sai de cena.
Se afasta e se apequena.
Faz do outro a sua casa.

No trabalho me sinto um fracasso.
Em tons ácidos eu evito.
Me afasto, me escondo e omito.
Um caso clássico de atraso.

Tenho inveja e invento histórias. 
Sou mais um ser sem memórias. 
Um monte de dúvidas com retóricas. 
Alguém que se anula pra viver.
Que se deixa aos poucos morrer.
Sem vontade, sem força e sem querer.

Eu não fico parado no fundo do poço.
Eu passo a cavar, disfarço, distorço.
Imito e duvido de tudo que eu ouço.
Procuro abrigo em pouco controle.
E de mim o que tenho é o primeiro que some.
Me sinto ferido, menos pai, menos marido, menos homem.

E assim levo os dias sem ter um porvir.
Recordo que um dia gostei mais de mim.
Sou um prático, apático, que nunca diz sim.
Nem posso me perder, se nao sei onde ir.

Da vida só quero viver pelos cantos.
Em prantos, em anos, jogados aos tantos.
Desisto e invisto em formas do fim.
Espero o bem de você, no pior de mim!

Não sei o que penso ou onde estamos.
Virei contrabando em panos imundos.
Mundanos sem fundos tutanos difusos.
Nem sei se é costume ou se ainda Amamos.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

O Amor e as provas

O Amor não deveria pedir provas.
Não deveria precisar de concessões. 
De mão dupla existiria troca.
Sem desculpas ou muitos senões. 

O Amor tem muitas vertentes.
E na ausência só é uma saudade.
Quando se esforça vale o que sente.
Se for mentira perde a lealdade.

Não desistiria tão fácil do Amor.
Nem resistiria as duras verdades.
Eu fugiria contigo onde for.
Pra Amar e fazer todas nossas vontades.

Eu quero te ver e ouvir todo dia.
Acordos de vida pro nosso casal.
Meu anjo secreto, pilars, poesia.
De todo concreto me faço real. 

A quebra do acerto o erro de rota.
Um triste desfecho onde fica a dor.
Caminho que leva pro fim do que gosta.
Sem destino, sem sentido, sem Amor!

quarta-feira, 22 de julho de 2026

A ideia etérea do desejo

Nem toda ideia é etérea. 
Mas no geral são. 
Se perdem na matéria. 
Se livram em ilusão. 

Queria te ver, te ouvir. 
E você fingiu que não. 
Quando está a compartir. 
Me ignora sem razão.

Quando quero teu carinho. 
Se eu não peço, não recebo.
Nem com gesto, nem com beijo.
Fico seco no caminho.

Perco tempo insistindo.
Implorando atenção.
Mas não falo, nem exprimo.
Fico só com meu tesão.

Me confundo um pouco em ti.
Sinto seu leve torpor.
A renúncia de fingir.
E que cega meu Amor!

eu nao quero desistir de você

Sou errado.
Tenho traumas.
Me equívoco. 
Não sou perfeito.
Me anulo.
Mas me dedico.
Eu quero ficar.
Bem mais por perto.
Eu não desisto.
Mas reconheço.
Que o meu jeito.
E desconexo.
Eu atrapalho.
Confundo muito.
Me perco fundo.
Viajo longe.
E assim defronte.
Minha natureza.
É com certeza.
Estapafúrdia.
Ninguém pediu.
Tambem não falo.
Tenho intenção.
Mas eu me calo.
Assumo o erro.
Me fiz contido.
Fui explicado.
Agora ardo.
Com muita angústia.
Na espera em vista.
De um comunicado.
Viver assim.
É ruim de mais.
Mas resolvemos.
Pois quero mais!

O fim lento no leito do Amor

Quero me afogar,
nas lágrimas que caem em meu peito.
Me aprofundar,
no poço escuro de meu leito.
Ir de bar em bar,
só saltando em travesseiros. 
Me enebriar 
com o que resta de seu cheiro. 
Se não te bastar, 
ficar com o ar que respiro
Busque o étereo sopro,
de meu último suspiro.
Sustento em seu pensar,
a dor de meu suplício. 
A visita está a chegar,
pra me levar pro hospício.
E deixe sem avisar,
meus sonhos, quereres, delírios. 
Sempre hei de lembrar, 
do Amor que vivi contigo.

terça-feira, 21 de julho de 2026

Perdi meu Amor...

Perdi meu Amor,
Próprio!
De mim não espero,
Óbvio!
Se um dia ainda quero,
Ópio!
Me drogaria do seu veneo,
Tácito!

Deixei de fazer,
Juras!
Sorvir a mistura,
Impura!
Espuma que sai quando,
Urra!
Ao seu bel prazer,
Nua!

Virando os olhos,
Tento!
Alcançar as amarras,
Dentro!
Me livrar das cigarras,
Antro!
Segurar o soluço e o,
Pranto!

Uma volta e meia,
Lua!
Uma taça e ainda sou,
Tua!
Essa alma que caça,
Tortura!
Essa lama que laça,
Cura!

Ainda falta viver sem,
Fervor!
Seu sorriso me causa,
Pavor!
Me roubei e levei a,
Penhor!
Eu insisto de ser seu,
Amor!

domingo, 12 de julho de 2026

só duas formas

Existem duas formas de fazer as coisas.
Só dois jeitos mesmo.
O errado e o duvidoso.
Não tem um jeito certo.
Uma fórmula mágica.
Um como proveitoso.
Apenas duas formas de um modo pouco honroso.

Não se faz uma manobra.
Nem se deixa um ser exposto. 
Tem um truque de escada.
Num andar bem mais culposo.
Nem se vive a emboscada.
Ou se mata um poderoso.
Toda hora o tempo passa.
Toda mosca tem um pouso.
Seja na flor ou na bosta.
Não percebe o tal zeloso.
Que não perde sua estrada.
Com mais ranço e sangue novo.

A cortina esta aberta.
E meu pé não faz repouso.
Sobe muro, bate lata.
Num perfil tão desastroso.
Andorinha em madrugada.
Faz o poço não ter fundo.
Rosa branca e mão cansada.
Tem mais fogo nesse punho.

E se tudo parecer.
Que tem forma diferente.
Desperdice seu prazer.
Com mais tiros, menos pentes.
Nosso chefe vai tecer.
Comentários pertinentes.
Mas o que cê quer saber.
Não vão falar na sua frente. 
Pois a forma de perder.
É correr e ser decente.

E as duas formas de fazer.
Duvidoso e erroneamente. 
É o que vai acontecer.
Comigo, contigo, nós e eles!