nas lágrimas que caem em meu peito.
Me aprofundar,
no poço escuro de meu leito.
Ir de bar em bar,
só saltando em travesseiros.
Me enebriar
com o que resta de seu cheiro.
Se não te bastar,
ficar com o ar que respiro
Busque o étereo sopro,
de meu último suspiro.
Sustento em seu pensar,
a dor de meu suplício.
A visita está a chegar,
pra me levar pro hospício.
E deixe sem avisar,
meus sonhos, quereres, delírios.
Sempre hei de lembrar,
do Amor que vivi contigo.